sábado, 25 de maio de 2013

It Girls: Amanda Pasini, 18 anos, Maringá (PR)!

Amanda, 18 anos, sempre decide o que vai vestir de acordo com o humor. Ela também ama customizar suas roupas para deixar do jeitinho que mais gosta – e adorou como sua jaqueta jeans favorita ficou.Abaixo, saiba mais sobre a nossa it de hoje:


Quem é pra você uma mulher/garota de atitude?Gosto muito da blogueira Lala Rudge. Ela representa a junção de todos os estilos, sem deixar de ser clássica e bem comportada. Também me espelho na atriz Mariana Rios. Admiro que ela tem uma pegada do rock ao folk e sabe abusar das tendências de um jeito superoriginal.
Qual foi a última coisa ousada que você fez?Customizar minhas roupas. Ultimamente vem sendo uma das coisas mais ousadas que faço, tenho muito medo de estragar certas peças, mas como dizem, errando que se aprende.
Como você define seu estilo?Meu estilo varia conforme meu humor. Certos dias acordo muito básica e nos outros extravagante. Não tenho um estilo só, tento ter a mistura de todos.
Quais itens de roupa, make ou acessório você considera indispensável?Considero roupa preta algo indispensável, mas venho usando muito minha camisa jeans, tem sido uma peça curinga pra mim. A respeito de make acho base, pó e rímel indispensáveis. Já acessório eu não saio sem bolsa.
Quais são as suas bandas e seriados favoritos?Engenheiros do Hawaii, Detonautas, Jason Mraz, Rihanna, The Maine, The Wanted, One Direction, e o principal: Bruno Mars! Meu seriado favorito é definitivamente The Walking Dead!
Que sites você costuma visitar?Lookbook com certeza, The Blonde SaladLe Blog de BettyPeace Love Shea  e, por último, Song of Style.
Redes Sociais: Facebook * Instagram
Você também é como a Amanda e ama customizar suas roupas?

quarta-feira, 15 de maio de 2013

QUEM SABE DÊ CERTO,QUEM SABE NÃO ♥


Guarda as declarações decoradas para as menininhas que ainda acreditam em contos de fadas. Comigo, pode vir tranquilo, desarmado, sem os textos decorados desse papel que te entregaram de príncipe encantado. Eu também já me despi de todos os sonhos de relacionamentos perfeitos que a vida me trouxe pelo caminho. Aprendi, na marra, nas caras e nos corações quebrados, que vocês nunca vão funcionar como os príncipes que acordam as belas adormecidas. Depois disso, sempre me mantive bem acordada.
Eu sei seus defeitos. Sei cada um deles. Mania que tenho de observar cada mísera ação das pessoas antes até do primeiro oi. Te analisei enquanto você sorria despreocupado e deixava o sol iluminar seu cabelo castanho. Vi como os traços do seu rosto se suavizam quando sua mãe chegava por perto e descobri no brilho dos seus olhos o que é o amor incondicional. Observei a maneira como você pisca o olho incessantes vezes quando está muito nervoso. E como coça o queixo sem parar quando não sabe o que responder.
Não precisa mesmo saber o que responder. Não quero que responda minhas dúvidas da vida. Talvez, você se veja tentado a questionar o mundo comigo. Talvez você se assuste. Eu sou mesmo alguém cheio de falhas. Tenho buracos em cada partezinha do corpo. Principalmente, no coração. Foram as cicatrizes – no corpo e na alma – que os outros antes de você deixaram aqui. Mas, fica tranquilo, não te quero perfeito. Pode vir cheio de erros.
Vamos nos despir dessa obrigação de fazer o outro feliz. Deixa ali no canto do quarto essa necessidade louca de fazer tudo certo. Eu aceito errar junto. Eu aceito gritos, pratos quebrados, brigas de tirar o fôlego. Basta que você diga que está disposto a errar comigo. E, quem sabe, entre nossos erros, a gente não consiga um ou outro acerto. Mas não te cobro nada não. Meu “felizes para sempre” sou eu que construo. Tô te chamando pra minha vida não pra preencher meus buracos, mas para me dar a mão e me ajudar a tampar minhas feridas. Te ajudo a cicatrizar as suas também, se quiser. E, juntos, rimos disso tudo.
Mas não te cobro nada. Talvez, a gente consiga dar certo. Talvez, a gente acabe, mesmo com uma história bonita. Talvez, você vá embora, talvez eu não queira mais ficar. Mas eu tô aqui, agora: vida e portas abertas pra se você quiser entrar. Porque, sem te cobrar felicidade, sem te cobrar uma história bonita e sem te cobrar amor, talvez, quem sabe, a gente dê sorte e consiga se amar, ser feliz, ter uma história bonita junto. Vai que a vida, o destino, ou sei lá, resolvem dar um empurrãozinho. Quem sabe, até, a gente não se ame até o final dos dias. Até o fim.